Estudos

Nós e a Lei Universal das Cores

Deus é subtil, mas não é maldoso!
Tudo que criou, ofereceu-nos e junto concedeu-nos a capacidade de buscar respostas para que entendamos a cadeia cíclica em que vivemos e somos.
Tornando a sua criação o mais completa possível de uma forma que não há como ter essa noção, de tal perfeição, pois constitui-se muito longa e profunda.
Dependendo cada criação da outra, fatalmente, para haver sentido de sua existência, formando assim um todo em um objectivo só.
Que será, embelezar o mundo e dar-lhe o necessário para vencer as adversidades dentro das Suas Leis! Assim sendo, cada coisa tem uma razão de existir e em conjunto completam-se infindávelmente num só.
Deus é/e o Universo!...
As Leis Naturais, Primórdias, confundem-se e fundem-se num só na construção de um lugar agradável a que se poderia chamar de “Paraíso”.
Lugar onde todas as Leis estão juntas, válidas e cumpridas em equilíbrio entre si e em conjunto.
Assim como, tantas outras, dentro das Leis Naturais do Universo, tudo que é visível e invisível tem uma cor inicial a si associada a que talvez possa ser chamada de “aura”.
Diz a Lei da Física Universal da reflexão que quanto mais negra é a cor, mais absorve do exterior e menos reflecte, dando-se uma acumulação de luz e calor, reflectindo-se minimamente do conteúdo, qualidade/quantidade recebida para o exterior, desenevoando-se, quando maior e mais puro/claro é o foco de incidência, melhor e mais pureza, igualmente, reflecte, conforme a proporção e a qualidade do que lhe incide.
Sendo assim, conclui-se que conforme o grau e a qualidade, o conteúdo reflectido é proporcional ao que lhe incide.
Logo, se converter na prática Humana, entende-se que o ser é influenciado pelo exterior e constroi-se em individualidade na junção com o interior, referindo-se este último, ao grau de desenvolvimento em que se encontra e do que o envolve.
Portanto, estamos em conformidade com o que nos envolve e o que rodeia, dependemos disso.
Compreende-se em profundidade, que somos parte do Universo, e, no seu estado, vivemos as consequências em generalidade comum.
A essa fórmula, chamo de “Espírito Uno”, à qual pertencemos e somos coagidos a viver como seres “Embelezadores” da Natureza Universal, assumindo ainda a tarefa de a “administrar a bem entender” e influenciando tudo que rodeia e a nós próprios, ou não fossemos nós seres em evolução com mais ou menos Luz conforme cada um. - ARCI

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